segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Se as crianças fossem PM...

Alguns políti­cos dão “graxa” aos por­tugue­ses para con­seguirem mais votos. Quando gan­ham as eleições não cumprem o prometido. Se eu fosse primeiro-ministro ninguém andava sem tra­bal­har. Só os refor­ma­dos tin­ham dire­ito a receberem.

Diogo Pin­hal, 10 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, dava tra­balho a toda a gente que podia; prome­tia fazer e fazia; não gas­tava muito din­heiro e baix­ava os pro­du­tos dos supermercados.

Jorge Oliveira, 10 anos

Todos os políti­cos prom­e­tem mel­ho­rar o país, mas não cumprem o que prom­e­tem. Se eu fosse primeiro-ministro nada disto estaria assim.
Às pes­soas desem­pre­gadas daria tra­balho e o orde­nado mín­imo seria de 500 euros.
Ado­raria aju­dar Por­tu­gal, pois muitas pes­soas estão a perder a esperança.

Beat­riz Rodrigues, 10 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, não dava rendi­mento mín­imo às pes­soas que estão em casa e que podem tra­bal­har. Teria medi­das de ajuda à família com creches, casas de ter­ceira idade, mais jardins e par­ques, cuidando assim tam­bém do Ambiente.

Rosa Oliveira, 12 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, fazia tudo para mel­ho­rar o meu país. Man­dava limpar as ruas, os rios, etc… Man­dava recu­perar as casas anti­gas e arrendava-as. Fazia mais par­ques para as cri­anças brin­carem. Dava emprego aos pobres e acabava com o rendi­mento mínimo.

Rui Nunes, 10 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, inves­tia na edu­cação; em vez de inve­stir no TGV, inves­tia na indús­tria e na agri­cul­tura; pro­duzia muito e com qual­i­dade para baixar os preços.

Ricardo Varela, 10 anos,

Se eu fosse primeiro-ministra, dava mais emprego aos jovens, dava mais reforma aos adul­tos e claro, mais brin­que­dos às crianças.

Ana Celeste Bap­tista, 10 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, inves­tia na agri­cul­tura; com­prava mais pro­du­tos por­tugue­ses e menos dos out­ros países; não inves­tia no TGV (Para quê o TGV se os com­boios vão vazios?); apos­tava mais na edu­cação (Quem não tem pos­si­bil­i­dades para andar na escola devia ter mais facil­i­dades porque inve­stir na edu­cação não é uma despesa).

Rui Rodrigues, 10 anos
Escola Básica e Secundária Domin­gos Capela, Espinho

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