Sem margem para dúvidas, o nosso Portugal vai mal, muito mal. Pode-se ver e ler todos os dias na comunicação social o estado da nação e o que os nossos políticos estão a fazer com ela. Este espaço serve para um desabafo, uma confissão, um protesto ou até apoio (se for caso disso) sobre a forma como o Governo está a actuar. Ou seja, o que farias se fosses Primeiro Ministro?
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Se as crianças fossem PM...
Diogo Pinhal, 10 anos
Se eu fosse primeiro-ministro, dava trabalho a toda a gente que podia; prometia fazer e fazia; não gastava muito dinheiro e baixava os produtos dos supermercados.
Jorge Oliveira, 10 anos
Todos os políticos prometem melhorar o país, mas não cumprem o que prometem. Se eu fosse primeiro-ministro nada disto estaria assim.
Às pessoas desempregadas daria trabalho e o ordenado mínimo seria de 500 euros.
Adoraria ajudar Portugal, pois muitas pessoas estão a perder a esperança.
Beatriz Rodrigues, 10 anos
Se eu fosse primeiro-ministro, não dava rendimento mínimo às pessoas que estão em casa e que podem trabalhar. Teria medidas de ajuda à família com creches, casas de terceira idade, mais jardins e parques, cuidando assim também do Ambiente.
Rosa Oliveira, 12 anos
Se eu fosse primeiro-ministro, fazia tudo para melhorar o meu país. Mandava limpar as ruas, os rios, etc… Mandava recuperar as casas antigas e arrendava-as. Fazia mais parques para as crianças brincarem. Dava emprego aos pobres e acabava com o rendimento mínimo.
Rui Nunes, 10 anos
Se eu fosse primeiro-ministro, investia na educação; em vez de investir no TGV, investia na indústria e na agricultura; produzia muito e com qualidade para baixar os preços.
Ricardo Varela, 10 anos,
Se eu fosse primeiro-ministra, dava mais emprego aos jovens, dava mais reforma aos adultos e claro, mais brinquedos às crianças.
Ana Celeste Baptista, 10 anos
Se eu fosse primeiro-ministro, investia na agricultura; comprava mais produtos portugueses e menos dos outros países; não investia no TGV (Para quê o TGV se os comboios vão vazios?); apostava mais na educação (Quem não tem possibilidades para andar na escola devia ter mais facilidades porque investir na educação não é uma despesa).
Rui Rodrigues, 10 anos
Escola Básica e Secundária Domingos Capela, Espinho
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Se fosse PM, o próximo ano seria melhor
As palavras de António José Seguro foram proferidas após a aprovação do Orçamento do Estado para 2012 em votação final global.
«Estou na vida política para ajudar a resolver a vida das pessoas. Se fosse primeiro-ministro, se tivesse maioria absoluta, o próximo ano seria bem diferente para a economia e para Portugal», sustentou o líder dos socialistas.
António José Seguro ressalvou depois que, com essa posição, não pretende passar a mensagem de que não aplicaria medidas de austeridade.
«Teria de aplicar medidas de austeridade, mas seria uma austeridade com uma abordagem inteligente para permitir menos recessão e mais apoio às nossas empresas, porque são elas que criam riqueza. Um país para pagar as suas dívidas não é empobrecendo que o faz, é enriquecendo», contrapôs.
Lusa/SOL
30-11-11
sábado, 21 de janeiro de 2012
Governo anuncia aumento de 5% nos transportes - TSF
A partir de 1 de Fevereiro, «o aumento geral é de cinco por cento para os transportes públicos e de quatro por cento para os privados», disse o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro.
Em Lisboa desaparece o passe combinado metro e autocarro e nasce o "Navegante", que na prática permite andar nestes dois meios de transporte mas também de comboio dentro da capital. A assinatura deste passe vai custar 35 euros.
Ainda em Lisboa, é o passe exclusivo para o metro que sofre o maior aumento. Actualmente custa 23, 90 euros mas a partir de 1 de Fevereiro passa a custar 29 euros.
Menos gravoso é o aumento relativo à Carris. A assinatura mensal sobe 1,5 euros e fica também nos 29 euros.
E se na capital os preços sobem, no Porto nem por isso. Os passes da STCP ficam nos 29 euros actuais e o "Andante" do metro até desce, passando a custar menos 50 cêntimos.
