terça-feira, 17 de abril de 2012

A solução para Portugal sair definitivamente da crise

A solução para Portugal sair definitivamente da crise

Muitas pessoas opinam sobre as prováveis soluções para a saída da crise. Pensei também em expôr as minhas ideias que poderiam levar ao crescimento económico, sair da crise e da austeridade. A ideia principal é tornar Portugal num país com crescimento sustentável para o futuro, onde todos podem viver melhor e com mais qualidade de vida.
A solução para Portugal na minha visão existe e passa por:

A solução é criar empresas

As empresas criam postos de trabalho, menores custos sociais para o Estado, mais impostos arrecadados o que se traduz teoricamente numa menor carga fiscal sobre o contribuinte. O emprego cria riqueza para as famílias e assim podem enveredar pelo caminho da poupança. Existindo mais procura por colaboradores, os salários sobem, leis da economia e do mercado. Entrar neste ciclo virtuoso de criação de riqueza é o caminho que produz melhores resultados e permite entrar num ciclo de crescimento.
No entanto não é a criação de qualquer tipo de negócio ou empresa pois existem muitos negócios que não acrescentam valor ao país nem aos empreendedores ou empresários em particular. Apesar de estar ciente de que todas as áreas de negócio são necessárias, neste aspecto particular,  são necessários novos conceitos de negócio, áreas de negócio viradas para o mercado. Utilizar o design para potenciar o sucesso dos produtos, gestão dos recursos de forma mais racional e aplicar conceitos de Marketing de forma a potenciar as produções e os serviços prestados.
As áreas de criação de empresas e negócios que gostava de ver desenvolvidas

Sector primário

A agricultura e as pescas necessitam de forte investimento e apoio para poderem ser competitivos, a mecanização da agricultura, bem como formação a agricultores por forma a potenciarem as suas culturas. Um programa que pode ser útil é o: Jovens Agricultores, mas tudo com o devido acompanhamento e orientação. Muitas vezes dão-se apoios e falha-se no essencial ou seja no aconselhamento e mentoring dos empreendedores. Não interessa muito dar o peixe, interessa sim, ensinar a pescar.

Pescas

No sector das pescas disponibilizar meios para que se rejuvenesça, o sector com investimento em embarcações e os meios para o desenvolvimento da atividade. A criação de cooperativas de pescadores de forma a potenciar sinergias e a abertura de novos mercados. O nosso peixe é considerado pelos grandes Chefs, como o melhor do mundo e já se exportam algumas quantidades. Tornar o sector um mecanismo de fomentação de riqueza não é difícil.

Indústria

Produzir é obrigatório. Basta olhar para os países que são sustentáveis, China ou Alemanha, têm uma forte componente de produção. É a partir das empresas industriais que se consegue exportar. Antes de exportar o que quer que seja tem de se produzir. A ideia não pode passar por produzir produtos de gama baixa pois aí existe concorrência dos orientais, e nesse mercado não queremos competir, temos de ser diferentes, ser melhores.
Tem de se produzir bons produtos, produtos que as pessoas querem consumir ou possuir, dentro e fora do território português. Basta copiar o que o sector do calçado tem estado a fazer e aplicar esses ensinamentos a outros sectores. Conseguimos fazer do melhor que existe no mundo, basta focarmo-nos nisso. Nunca podemos esquecer que existe sempre espaço para o que é bom pois as pessoas querem o que é bom.

Novas tecnologias

Se olharmos para os novos milionários da lista dos mais ricos do mundo, podemos constatar que figuram aí jovens que alcançaram a sua fortuna através das novas tecnologias e mais concretamente através da internet. Esta será provavelmente uma das áreas que mais irá crescer pois as possibilidades são inúmeras, falta saber o que falta inventar. Com um pouco de sorte será um português a inventar o próximo grande sucesso da internet.
A criação de estruturas de suporte a empresas desta matriz parece simples e até económica pois o principal activo são mesmo as pessoas. Criar ambientes propícios à criatividade agregando vários tipos de conhecimento. Criativos, designers, programadores, marketeers, gestores são necessários e fundamentais para que a nova onda de boas coisas seja uma realidade num futuro próximo. Para tal basta haver vontade para iniciar grandes projectos neste sector.

Incentivos e apoiar a criação de empresas

Assim  para dar seguimento a estas ideias será necessário força de vontade das pessoas e um ambiente favorável, que pode passar por ajudas e incentivos ao empreendedorismo na forma financeira ou através de fornecimento do meios ou condições para a sua execução. Por exemplo o mentoring de emprendedores por outros empreendedores de sucesso ou a promoção de reuniões entre investidores e empreendedores são algumas das possibilidades. Assim como encontrar ideias de negócio inovadoras e dar-lhes uma hipótese, muito pode ser feito para criar uma onda de criação de empresas e novos negócios.
Obviamente, que são necessários fundos, ou seja dinheiro para investir nestas ideias, e até é fácil encontrar fontes de financiamento. As sociedades de capital de risco possuem imensos fundos para investir em projectos inovadores e rentáveis, tal como o Estado também pode dar um contributo, com verbas provenientes da poupança de custos com apoios sociais, nomeadamente subsídios de desemprego e com os impostos conseguidos através da contratação dos novos postos de trabalho.
Na minha opinião, é preferível apoiar 1000 pequenas empresas do que 2 grandes empresas, é que das 1000 pequenas empresas, algumas irão sobreviver aos primeiros anos e prosperar. Com um pouco de sorte ou boas ideias ainda se podem encontrar negócios de sucesso que podem até internacionalizar-se. Em contra ponto investir e apoiar os grandes empreendimentos, pode ser um fracasso tremendo, quem não se lembra dos casos: Opel Azambuja ou da Quimonda de Vila do Conde. Muitos milhões desperdiçados.
Criar e apoiar pequenas empresas é vital para todos


Ler mais: http://investidor.pt/solucao-portugal-sair-crise/#ixzz1sHuM0P5U

sábado, 18 de fevereiro de 2012

mais de 800 pessoas ficaram desempregadas por dia em três meses

estre os jovens os números são os mais dramáticos com uma taxa de 35,4% de desemprego
os números revelados esta quinta-feira pelo instituto nacional de estatística (ine) sobre o nível de desemprego em portugal mostram que um em cada três dos desempregados está fora do mercado de trabalho há mais de dois anos. a taxa de desemprego no país disparou para 14% da população activa no quarto trimestre de 2011 o que representa um novo máximo histórico e a maior subida desde que o instituto estatístico calcula dados
o nível de desemprego de 14% é superior em 1,6 pontos percentuais aos 12,4% registados no terceiro trimestre e representa um aumento de 12,9% em três meses da taxa de desemprego e de 11,8% da população desempregada, que subiu para 771 mil pessoas, contabilizados segundo os critérios oficiais, revela o jornal público
mas o que quer dizer um salto de 1,6 pontos percentuais no desemprego entre outubro e dezembro de 2011?
de acordo com as contas do i online, este valor significa que em três meses mais de 81 mil residentes em portugal ficaram sem emprego, qualquer coisa como 885 pessoas por dia em todos os 92 dias de outubro a dezembro, úteis ou não
dos 771 mil desempregados contabilizados em dezembro, 249,1 mil estão fora do mercado de trabalho há mais de dois anos, o que equivale a um em cada três desempregados (ou a 32,3% do total), diz o público
o desemprego dos jovens – a população com idade entre 15 e 24 anos – continua a ter os números mais dramáticos em portugal: uma taxa de 35,4% entre outubro e dezembro, face a 30% no terceiro trimestre e 27% no segundo, o que resultou numa taxa anual de 30,1%

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Portugueses estão tão desiludidos com Passos como estavam com Sócrates antes das eleições

Quase metade dos inquiridos considera que a actuação do Governo, eleito há oito meses, está aquém das expectativas criadas. O socialista António José Seguro já é o líder partidário com maior popularidade.
O barómetro de Fevereiro da Aximage, para o Negócios e o Correio da Manhã, mostra que 47,8% dos inquiridos vê o Governo liderado por Pedro Passos Coelho a governar "pior do que esperava". Já 40,7% refere estar a ser "igual ao que esperava", enquanto apenas 9,1% estão surpreendidos pela positiva em relação ao Executivo de coligação.

Contas feitas, o Índice de Expectativas pontua o actual Governo com -18, que era precisamente a "performance" atribuída à governação da equipa liderada por José Sócrates na última vez que foi avaliada neste barómetro, em Abril de 2011. Então, já demissionária e prestes a arrancar para uma campanha eleitoral que resultaria em derrota nas legislativas antecipadas.

Se a nível colectivo, a avaliação popular evidencia que as coisas não estão a correr pelo melhor – embora em Fevereiro até suba um ponto no índice, de -19 para -18 –, a nível individual, Passos Coelho não tem mais motivos para sorrir. É que pela primeira vez, pelo menos no espaço de um ano, o presidente do PSD é, de forma isolada, o líder partidário com pior avaliação do eleitorado: nota 8, numa escala de zero a 20. Há precisamente um ano, era o mais amado pelos portugueses, com nota 10,5.

Para o eleitorado, pior do que o primeiro-ministro, só mesmo o Presidente da República. Conforme já foi noticiado pelo Negócios, Cavaco Silva bateu em Fevereiro o recorde de apreciações negativas à sua actuação no último mês – o mesmo em que se queixou publicamente dos cortes nas suas pensões de reforma –, registando um índice de popularidade de 6,4 na mesma escala.

Seguro é o mais popular, mas gera menos "confiança" para primeiro-ministro Prosseguindo a "performance" oscilante desde que foi eleito pelos socialistas para suceder a José Sócrates na liderança do partido, António José Seguro consegue igualar em Fevereiro o melhor resultado (10,3) desde a eleição como secretário-geral. Tinha-o conseguido já em Novembro do ano passado, curiosamente a coincidir com a "viabilização" do Orçamento para 2012, com o voto de abstenção.

Embora não tenha ainda conseguido suster alguma contestação interna, o eleitorado atribui a Seguro a única apreciação positiva a um líder partidário, superando neste mês o anterior "comandante", o comunista Jerónimo de Sousa, que baixa de 10 para 9,9 valores.

Com a quebra de Paulo Portas (de 9,3 para 8,9) e a ascensão de Francisco Louçã (de 8,5 para 8,9), o presidente do CDS-PP e o coordenador do Bloco de Esquerda têm agora igual apreciação do eleitorado, enquanto líderes partidários, de acordo com o mesmo barómetro.

Apesar de liderar a tabela de popularidade em que Passos ocupa o último lugar, quando questionada a amostra sobre "em quem é que tem maior confiança para primeiro-ministro", o social-democrata é apontado por 39,4%.

Seguro recolhe a preferência de 27,2%, enquanto um em cada quatro inquiridos responde "nenhum dos dois". A tendência nos últimos três meses, porém, é a de subida para o secretário-geral "rosa" e de descida para o presidente "laranja".

FICHA TÉCNICA

Universo:
indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 600 entrevistas efectivas: 277 a homens e 323 a mulheres; 155 no interior, 246 no litoral norte e 199 no litoral centro sul; 170 em aldeias, 220 em vilas e 210 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 1 a 4 de Fevereiro de 2012, com uma taxa de resposta de 73,8%.

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 600 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma “margem de erro” - a 95% - de 4,00%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.
Negocios Online

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Passos Coelho considera que os políticos não são bem pagos


Na opinião do primeiro-ministro, os políticos portugueses não são bem pagos, mas Passos Coelho também considera “inoportuno” discutir o assunto quando “todo o país está a fazer sacrifícios grandes”.

Na segunda parte da grande entrevista que deu ao semanário Sol que será divulgada amanhã, o chefe do Governo é questionado sobre a temática dos salários dos políticos.

“Não creio que em Portugal os políticos que desempenham funções sejam bem pagos, não considero”, começou por responder Pedro Passos Coelho, para acrescentar: “Mas consideraria absolutamente inoportuno que se abrisse essa discussão numa altura em que todo o país está a fazer sacrifícios grandes e vive de facto restrições muito grandes”.

Na entrevista, Passos Coelho assegurou mais uma vez que “o Governo não interferiu” no processo de nomeações do conselho-geral da EDP, após a entrada de capitais chineses, através da Three Gorges Corporation.

“Não tenho dúvida de que o investidor estrangeiro gostaria de decidir de forma que não parecesse hostil, mas antes amigável, perante o Governo. Mas o Governo não fez esse jogo. Eu tive oportunidade de dizer nesta sala ao senhor Cao, que é o presidente da Three Gorges Corporation, que - uma vez que nós tínhamos alienado a participação - competia aos novos accionistas definir as orientações, quer para a comissão executiva, quer para o conselho geral e de supervisão”, afirmou.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Governo não dá tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval

primeiro-ministroPassos Coelho, anunciou hoje que o Governo não dará tolerância de ponto aos funcionários públicos no Carnaval, argumentando que “ninguém perceberia” que tal acontecesse numa altura em que o Executivo se propõe acabar com feriados.
“Julgo que ninguém perceberia em Portugal, numa altura em que nos estamos a propor acabar com feriados como o 5 de Outubro ou o 1.º de Dezembro ou até feriados religiosos, que o Governo pensasse sequer em dar tolerância de ponto, institucionalizando a partir de agora o Carnaval como um feriado em Portugal”, anunciou o primeiro-ministro.
Sublinhando que a terça-feira de Carnaval “não é um feriado”, embora tenha sido habitual dar tolerância de ponto aos funcionários públicos nesse dia, esta é “uma matéria que está mais do que decidida” para o Governo.
Passos Coelho salvaguardou, contudo, que “o facto de poder haver municípios que têm especiais tradições na comemoração do Carnaval quererem fazer eles próprios a tolerância de ponto a nível local é uma matéria que será decidida por cada município”.
“Mas, evidentemente, que os municípios não são competentes para darem tolerância de ponto aos funcionários públicos, isso é o Estado”, acrescentou.
O primeiro-ministro falava à saída da cerimónia de aniversário da Associação Industrial Portuguesa (AIP), em Lisboa.

é preciso poupar para crescer, alerta passos coelho

pedro passos coelho diz que um país para crescer tem de conseguir financiar esse crescimento
primeiro-ministro, pedro passos coelho, defendeu, em entrevista ao semanário sol, queportugal só pode crescer se poupar, lamentando que algumas pessoas "tenham continuado a viver como se não fossem pobres". numa entrevista hoje publicada, o primeiro-ministro nega que o empobrecimento seja a receita aplicada por este governo
"pobres já nós estamos. há é pessoas que ainda não se deram conta disso e continuaram a viver como se não fossem pobres. viveram não daquilo que tinham mas daquilo que lhes emprestaram", refere pedro passos coelho ao semanário
questionado sobre se a receita que pretende aplicar é a de oliveira salazar'produzir e poupar', o primeiro-ministro deu a seguinte resposta: "não é preciso ir buscar o dr. salazar para perceber que os países que querem crescer têm de poder financiar esse crescimento; e que só é possível financiar crescimento com poupança", cita o diário de notícias
na entrevista, pedro passos coelho admite que nunca pensou ter de cortar em 2011 o equivalente a 50% do subsídio de natal mas garante que, quando foi eleito, "não tinha a expetativa de aumentar os impostos além daquilo que estava previsto no memorando de entendimento da “troika”
"não mudei o discurso entre o tempo em que fui líder da oposição e o tempo em que sou primeiro-ministro", garante, dizendo que continua a pensar que portugal tem uma carga fiscal "extremamente pesada"

artigo publicado em diário de notícias

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Passos Coelho assegura “resultado positivo nas contas externas”

 


primeiro-ministro pedro passos coelho assegurou que o défice externo (a diferença entre importações e exportações) de portugal será de 1,6% este ano, o que representa uma grande descida face aos valores verificados em 2010 (8,9%) e 2011 (6,8%). “teremos um resultado positivo nas contas externas”, disse o chefe de governo, citado pelo diário de notícias (dn), lembrando que, por isso, o país “não precisa de pedir dinheiro para a economia crescer nem o estado para se financiar”

o líder do psd, que marcou presença na assembleia distrital de lisboa do partido, rejeitou ahipótese de portugal falhar no cumprimento do memorando assinado com a “troika”. “nunca deixarei de cumprir um programa que outros negociaram para portugal e que os portugueses merecem que seja bem executado”, frisou

artigo publicado em diário de notícias

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Se as crianças fossem PM...

Alguns políti­cos dão “graxa” aos por­tugue­ses para con­seguirem mais votos. Quando gan­ham as eleições não cumprem o prometido. Se eu fosse primeiro-ministro ninguém andava sem tra­bal­har. Só os refor­ma­dos tin­ham dire­ito a receberem.

Diogo Pin­hal, 10 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, dava tra­balho a toda a gente que podia; prome­tia fazer e fazia; não gas­tava muito din­heiro e baix­ava os pro­du­tos dos supermercados.

Jorge Oliveira, 10 anos

Todos os políti­cos prom­e­tem mel­ho­rar o país, mas não cumprem o que prom­e­tem. Se eu fosse primeiro-ministro nada disto estaria assim.
Às pes­soas desem­pre­gadas daria tra­balho e o orde­nado mín­imo seria de 500 euros.
Ado­raria aju­dar Por­tu­gal, pois muitas pes­soas estão a perder a esperança.

Beat­riz Rodrigues, 10 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, não dava rendi­mento mín­imo às pes­soas que estão em casa e que podem tra­bal­har. Teria medi­das de ajuda à família com creches, casas de ter­ceira idade, mais jardins e par­ques, cuidando assim tam­bém do Ambiente.

Rosa Oliveira, 12 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, fazia tudo para mel­ho­rar o meu país. Man­dava limpar as ruas, os rios, etc… Man­dava recu­perar as casas anti­gas e arrendava-as. Fazia mais par­ques para as cri­anças brin­carem. Dava emprego aos pobres e acabava com o rendi­mento mínimo.

Rui Nunes, 10 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, inves­tia na edu­cação; em vez de inve­stir no TGV, inves­tia na indús­tria e na agri­cul­tura; pro­duzia muito e com qual­i­dade para baixar os preços.

Ricardo Varela, 10 anos,

Se eu fosse primeiro-ministra, dava mais emprego aos jovens, dava mais reforma aos adul­tos e claro, mais brin­que­dos às crianças.

Ana Celeste Bap­tista, 10 anos

Se eu fosse primeiro-ministro, inves­tia na agri­cul­tura; com­prava mais pro­du­tos por­tugue­ses e menos dos out­ros países; não inves­tia no TGV (Para quê o TGV se os com­boios vão vazios?); apos­tava mais na edu­cação (Quem não tem pos­si­bil­i­dades para andar na escola devia ter mais facil­i­dades porque inve­stir na edu­cação não é uma despesa).

Rui Rodrigues, 10 anos
Escola Básica e Secundária Domin­gos Capela, Espinho

Esta entrada foi publicada em crianças, PÚBLICO, PÚBLICO na Escola.

Se fosse PM, o próximo ano seria melhor

O secretário-geral do PS afirmou hoje que, se fosse primeiro-ministro e tivesse maioria absoluta no Parlamento, o próximo ano do país seria diferente, já que faria uma abordagem distinta da austeridade, preservando a criação de riqueza.
As palavras de António José Seguro foram proferidas após a aprovação do Orçamento do Estado para 2012 em votação final global.

«Estou na vida política para ajudar a resolver a vida das pessoas. Se fosse primeiro-ministro, se tivesse maioria absoluta, o próximo ano seria bem diferente para a economia e para Portugal», sustentou o líder dos socialistas.

António José Seguro ressalvou depois que, com essa posição, não pretende passar a mensagem de que não aplicaria medidas de austeridade.

«Teria de aplicar medidas de austeridade, mas seria uma austeridade com uma abordagem inteligente para permitir menos recessão e mais apoio às nossas empresas, porque são elas que criam riqueza. Um país para pagar as suas dívidas não é empobrecendo que o faz, é enriquecendo», contrapôs.

Lusa/SOL
30-11-11

sábado, 21 de janeiro de 2012

Verdade ou Mentira?

Governo anuncia aumento de 5% nos transportes - TSF

Governo anuncia aumento de 5% nos transportes - TSF

Os preços dos transportes públicos vão aumentar em média 5% e o novo passe único que o Governo vai criar para Lisboa, o "Navegante", terá um custo de 35 euros.

A partir de 1 de Fevereiro, «o aumento geral é de cinco por cento para os transportes públicos e de quatro por cento para os privados», disse o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro.

Em Lisboa desaparece o passe combinado metro e autocarro e nasce o "Navegante", que na prática permite andar nestes dois meios de transporte mas também de comboio dentro da capital. A assinatura deste passe vai custar 35 euros.

Ainda em Lisboa, é o passe exclusivo para o metro que sofre o maior aumento. Actualmente custa 23, 90 euros mas a partir de 1 de Fevereiro passa a custar 29 euros.

Menos gravoso é o aumento relativo à Carris. A assinatura mensal sobe 1,5 euros e fica também nos 29 euros.

E se na capital os preços sobem, no Porto nem por isso. Os passes da STCP ficam nos 29 euros actuais e o "Andante" do metro até desce, passando a custar menos 50 cêntimos.